Passeando por Estocolmo!

Segundo dia de Suécia!!! Enquanto sábado não chega, com o primeiro concerto, seguimos por aqui, lotando de colchões e roncos a sala do Jonas, Frederick e do cachorro louco cujo nome não aprendemos, mas que chamamos de Banana, de Tucano ou de Tubarão… A casa ficou um pouco mais cheia, nosso amigo sueco-brasileiro Fabrição se juntou a nós e tá caindo na goma também.

De manhã, Josimas e Andreza na internet: mais acertos em relação a shows ainda não marcados, contatos etc. Café da manhã com guacamole e leite de aveia. Paulo e um love affair com a Gretchen, uns vinis na vitrola…

A tarde foi tirada para irmos ao centro dar rolê e resolver umas coisinhas. Fomos levados numa van amarelo-ovo que ainda não é a nossa (esta está a caminho, vindo da Alemanha, onde foi consertada), uma mini eurovan amarela com bancos apenas na frente e uma bela cama de casal no fundo. até um ponto do centro, de onde seguimos até um ponto précombinado para encontrar a Xenia.

No melhor estilo guia turístico, o centro e muitas de suas histórias nos foram apresentados: a já não tão aparente tradição esquerdista e operária da parte sul do centro; o monumento a quem deixou a Suécia para lutar na guerra civil espanhola, onde normalmente se iniciam os protestos de 1° de maio; a Praça do Sangue no centro velho, onde ficava a guilhotina da cidade muito tempo atrás (a praça ganhou esse nome devido à execução de mil pessoas de uma só vez,o que lavou a praça e as ruas em volta de vermelho); o palácio real (coisa de turista 0.o); a vista, uns parques, uns caminhos…

Depois de umas voltas chegamos a um dos destinos certos do dia, o Kaffe 44: o lugar está situado num prédio comprado por um grupo de pessoas anarquistas na década de 1970 e, desde então, gerido cooperativamente. No local, além de atelieres de trabalho de jornalistas, arquitetxs, jardineirxs, artistas plásticxs, funciona um jardim de infância e, claro, o café: o lugar, aberto em 86, conta com infoshop, cyber, sala para shows (onde, em 2002 a Execradores tocou junto com Makiladoras e Sju Svara Ar) e, claro, o café-restaurante, no qual tudo é vegan. Ficamos no lugar um tempo – um pouco respirando a atmosfera, alguns matando a saudade e reavivando memórias -, comemos makas (sanduíches) e bebemos (CubaCola e café de Chiapas).

Mais uma voltas, uma passadinha numa loja de instrumentos, uma subida a um mirante e, depois de uma passadinha numa loja de bebidas e num mercado, de onde partimos para outro parque para uma tradição sueca: piquenique e conversa num parque, com o sol nos acompanhando até a meia-noite…

De volta para casa, então, pegando ônibus e metrô no melhor estilo yomango.


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