VEM NA FÉ, TIO, QUE A RESISTÊNCIA É FÉRTIL

Pode cuspir, pode pisar

Não me mexo

Tentar todos truques de persuasão (perfuração)

Eu não cedo

Se se deixam erodir, iludir

Permaneço

Pode escavar, pode garimpar

Não te conto

Porque eu sou firmeza

Não é qualquer impacto que me abala, não

Só danço os tangos compostos na escala Richter

Não faço terremoto em copo de areia, não

Se tu tem britadeira e me esfacela

Meus fragmentos

Pra funda estilingue, arremesso

São munição

Se tu vem com baixeza eu caio em cima

Soterramento

E no fim de tudo sua carne

Eu que vou comer

Porque eu sou pedreira

Aqui é avalanche, aqui é rock ´n roll

Pedra no sapato, no meio do caminho

Pedra de responsa, pedaço de mau caminho

Meu centro é ardente, pulsante

Não me alieno

E quem tem raiz alimenta

O que vai florescer

Sou todo o terreno, me estendo

Além do horizonte

Mundão sem porteira ou fronteira

Pra gente correr


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